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Eu trabalho com design de interfaces, dispositivos móveis, planejamento de soluções web, arquitetura da informação, programação de interfaces, acessibilidade, padrões web, e-commerce e outras coisas relacionadas. </description> <lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 01:59:09 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator> <atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.revolucao.etc.br/RevolucaoEtc" /><feedburner:info uri="revolucaoetc" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Technology</media:category><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Web standards, experiência de usuário, design, acessibilidade, filosofia de buteco (sic) e qualquer coisa em uma casca de noz! Ou não, como diria Caetano.</itunes:subtitle><itunes:category text="Technology" /><xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /><meta xmlns="http://pipes.yahoo.com" name="pipes" content="noprocess" /><feedburner:emailServiceId>RevolucaoEtc</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:feedFlare href="http://add.my.yahoo.com/rss?url=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/us/my/addtomyyahoo4.gif">Subscribe with My Yahoo!</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.newsgator.com/ngs/subscriber/subext.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://www.newsgator.com/images/ngsub1.gif">Subscribe with NewsGator</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.netvibes.com/subscribe.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://www.netvibes.com/img/add2netvibes.gif">Subscribe with Netvibes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://fusion.google.com/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif">Subscribe with Google</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.pageflakes.com/subscribe.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://www.pageflakes.com/ImageFile.ashx?instanceId=Static_4&amp;fileName=ATP_blu_91x17.gif">Subscribe with Pageflakes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.plusmo.com/add?url=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://plusmo.com/res/graphics/fbplusmo.gif">Subscribe with Plusmo</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.thefreedictionary.com/_/hp/AddRSS.aspx?http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://img.tfd.com/hp/addToTheFreeDictionary.gif">Subscribe with The Free Dictionary</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.bitty.com/manual/?contenttype=rssfeed&amp;contentvalue=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://www.bitty.com/img/bittychicklet_91x17.gif">Subscribe with Bitty Browser</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.live.com/?add=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://tkfiles.storage.msn.com/x1piYkpqHC_35nIp1gLE68-wvzLZO8iXl_JMledmJQXP-XTBOLfmQv4zhj4MhcWEJh_GtoBIiAl1Mjh-ndp9k47If7hTaFno0mxW9_i3p_5qQw">Subscribe with Live.com</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://mix.excite.eu/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://image.excite.co.uk/mix/addtomix.gif">Subscribe with Excite MIX</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.webwag.com/wwgthis.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://www.webwag.com/images/wwgthis.gif">Subscribe with Webwag</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.podcastready.com/oneclick_bookmark.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://www.podcastready.com/images/podcastready_button.gif">Subscribe with Podcast Ready</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.wikio.com/subscribe?url=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://www.wikio.com/shared/img/add2wikio.gif">Subscribe with Wikio</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.dailyrotation.com/index.php?feed=http%3A%2F%2Ffeeds.revolucao.etc.br%2FRevolucaoEtc" src="http://www.dailyrotation.com/rss-dr2.gif">Subscribe with Daily Rotation</feedburner:feedFlare><feedburner:browserFriendly>O Revolução Etc é o site do Henrique C. Pereira que escreve sobre diversos assuntos relacionados com Web standards, experiência de usuário, design, acessibilidade, filosofia de buteco (sic) e qualquer coisa em uma casca de noz! Ou não, como diria Caetano.</feedburner:browserFriendly><item><title>O Futuro das Interfaces e de novas Relações de Poder</title><link>http://feeds.revolucao.etc.br/~r/RevolucaoEtc/~3/iIbrWpZKoaY/</link> <comments>http://revolucao.etc.br/archives/futuro-das-interfaces-de-novas-relacoes-de-poder/#comments</comments> <pubDate>Fri, 18 May 2012 01:59:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Henrique C. Pereira</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Internet / Web]]></category> <category><![CDATA[Pessoal]]></category> <category><![CDATA[User Experience]]></category> <category><![CDATA[Anarquismo]]></category> <category><![CDATA[Antropologia]]></category> <category><![CDATA[Arte]]></category> <category><![CDATA[Biotecnologia]]></category> <category><![CDATA[Ciências Sociais]]></category> <category><![CDATA[comunicação]]></category> <category><![CDATA[Economia]]></category> <category><![CDATA[Filosofia]]></category> <category><![CDATA[futuro]]></category> <category><![CDATA[Interfaces]]></category> <category><![CDATA[Jornalismo]]></category> <category><![CDATA[Marketing]]></category> <category><![CDATA[Política]]></category> <category><![CDATA[Relações de Poder]]></category> <category><![CDATA[Teoria da Singularidade]]></category> <guid isPermaLink="false">http://revolucao.etc.br/?p=1545</guid> <description><![CDATA[As interfaces ao nosso redor revelam como nós nos conectamos e interagimos uns com os outros, bem como nós nos relacionamos com o que chamamos de &#8220;informação&#8220;. Steven Johnson que o diga. Em um sentido amplo, interfaces são todas as &#8230; <a
href="http://revolucao.etc.br/archives/futuro-das-interfaces-de-novas-relacoes-de-poder/">Continue lendo <span
class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>As interfaces ao nosso redor revelam como nós nos conectamos e interagimos uns com os outros, bem como nós nos relacionamos com o que chamamos de &#8220;<strong>informação</strong>&#8220;. <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steven_Johnson">Steven Johnson</a> que o diga. Em um sentido amplo, interfaces são todas as <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Met%C3%A1fora">metáforas</a> de linguagem, sejam elas físicas ou abstratas, que intermediam nossa comunicação com alguém (pessoas) ou alguma coisa (informação abstrata ou objeto concreto). Signo e significante, emissor e receptor. As repartições públicas e seus serviços, por exemplo, são interfaces de comunicação entre nós (povo) e o governo (o poder). Já o Facebook é uma interface de comunicação que intermedia seus relacionamentos pessoais e a comunicação com seus amigos. Seu celular é uma interface que intermedia você e o outro lado da linha, e assim por diante.<span
id="more-1545"></span></p><p>A evolução dessas interfaces de comunicação em novas metáforas que surgiram na era da internet, também deixam gravado o reflexo dos interesses ideológicos dos autores da interface, seja ela uma ferramenta, um lugar, um espaço físico, um ambiente de informação ou de toda aquela interação que você vivenciou no <a
href="http://www.andybudd.com/archives/2007/04/airport_user_experience/" title"Airport User Experience" lang="en">aeroporto</a>, chegando de viagem. Em tudo ao nosso redor há um desenho (<em>design</em>), com intenção, podendo moldar desde nosso comportamento imediato até as nossas crenças a longo prazo. Isso faz das interfaces ao nosso redor reflexos das relação de poder e das lutas de classes.</p><p>O fato é que em um futuro próximo, as transformações provenientes da tecnologia e da forma como nos comunicamos irá nos elevar a um potencial de conectividade humana nunca antes experienciado por nenhuma civilização em nosso planeta, transformando completamente a forma de nos relacionarmos uns com os outros em sociedade. Um futuro no qual todos poderemos ser emissores e receptores de forma integrada, interligada de forma orgânica, assim como os neurônios em nosso cérebro. Tais tecnologias poderiam ser gerenciadas por uma inteligência artificial superior a inteligência humana. A <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Singularidade_tecnol%C3%B3gica">teoria da Singularidade</a> que nos diga. Trata-se de uma teoria &#8211; e também de uma <a
href="http://singularityu.org/about/contact/">universidade, com sede dentro da NASA</a>, nos EUA &#8211; que explica melhor as consequências da <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Moore">Lei de Moore</a>, segundo a qual em um futuro próximo nossa capacidade de processamento irá nos permitir criar uma inteligência artificial superior a do próprio homem. <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=gzzmrW8QynQ">Ray Kurzweil</a> é quem nos diz melhor.</p><p>Tal <em>boom</em> de conectividade humana, gerenciada por uma <strong>inteligência artifical</strong> e nos conectando por igual, nos transformaria completamente como sociedade e indivíduos. Nossa linguagem, nossa tecnologia e nossos meios de comunicação nos transformará a nós todos em mídia. Nós mesmos seremos o meio e a mensagem, como <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marshall_McLuhan">Marshall McLuhan</a> nos diz. E como diz <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx">Karl Marx</a>, mudam-se os meios de produção, mudam-se também as lutas de classe. Esse <em>boom</em> então nos levará a vivenciar uma completa reformulação das relações de poder como nós conhecemos.</p><p>Entretanto, será o direcionamento ideológico dessas interfaces de comunicação, a forma como serão concebidas e controladas, irá determinar se seremos uma sociedade verdadeiramente democrática e livre, pela primeira vez na história da humanidade ou se estaremos diante de mais uma nova forma de dominação e controle, atendendo apenas aos interesses de uma minoria. São os desenhos dessas novas interfaces de relacionamento que vão influenciar e determinar as interações fundamentais da sociedade.</p><p>Este texto é uma metáfora resumida de como eu vejo a <strong>relação entre o futuro das interfaces e suas interações que promovem novas relações de poder</strong>.</p><h2>Vivemos em um mundo desenhado por pessoas</h2><p>Tudo ao nosso redor tem um &#8220;<strong>design</strong>&#8220;, tem um desenho. E é a linguagem humana, o nosso poder de comunicação, que forma a base de todas essas metáforas criadas pela tecnologia e que nos permite moldar a realidade ao nosso redor. Com exceção do mundo natural, que foi desenhado pela seleção natural, toda mudança e transformações que você enxerga ao seu redor, possui um desenho concebido por pessoas, por humanos. Da fila do banco às calçadas que você caminha, tudo foi elaborado e pensado por pessoas e só são como são, devido ao interesse que existiu por trás daquele desenho, por traz daquela concepção. É dialético em suas relações históricas, diz Marx. Desde como deve funcionar até sua <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=o0k7UhDpOAo">obsolescência planejada</a> são desenhos feitos por pessoas e que refletem diretamente a luta de classes e as relações de poder. Mas me emprestando de novo de <strong>Marshall McLuhan</strong>, digo que as interfaces que intermediam nossas interações e relações sociais carregam e são elas mesmas, a própria mensagem ideológica que carregam. <strong>Ou seja, o desenho da interface de comunicação, o meio, a mídia, se torna a própria mensagem que por sua vez é reflexo das relações de poder</strong>.</p><p><strong>Interfaces são metáforas de comunicação.</strong> Se toda comunicação é ideológica, toda interface é, de igual modo, ideológica. Refletem objetivos a serem alcançados, moldam nosso caminho e direcionam nossas ações, e nas entrelinhas, revelam uma intenção. Assim como a arquitetura transforma os espaços físicos, influencia e molda nossas percepções ao longo do espaço, os designers de interface fazem o mesmo com nossas telas usadas pra comprar, obter informações, comunicar ou fazer com que alcancemos algum objetivo. E em cada esfera da nossa vida, existem diferentes interfaces criadas para nos intermediar, refletindo diferentes aspectos das relações de poder, em contextos, situações e necessidades distintos.</p><p>Na disciplina de <strong>design de interação</strong> se estuda a aplicação de como o comportamento humano pode ser construído, modelado, determinado e direcionado em diferentes tipos de interações, baseado em como nós humanos, funcionamos. Esse poder do design sobre nosso comportamento, são conhecimentos científicos derivados daquilo que já sabemos sobre o cérebro humano, dos nossos <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_cognitiva">viés congnitivos</a> (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cognitive_bias">cognitive bias</a>), da economia, biologia, ciências sociais, antropologia etc. <a
href="http://www.ted.com/talks/lang/en/dan_ariely_asks_are_we_in_control_of_our_own_decisions.html">Dan Ariely</a> diz muito sobre isso. Todo esse conhecimento é hoje amplamente aplicado no marketing e design de forma cada vez mais persuasiva, de igual modo na construção de todos os tipos de interfaces ao nosso redor, desde apartamentos até as regras do condomínio, das ferramentas do dia a dia até e sua experiência de compras no supermercado. Nada disso é ruim em si, porque tudo depende da ideologia e do interesse em como as interações serão construídas.</p><p>Pra que mudanças sociais disruptivas ocorram, ou seja, novas relações de poder, precisaria primeiro mudar os meios de produção e mudar os meios tecnológicos capazes de construir novas interfaces. Identifico 3 aspectos/fases principais que culminam no último (4), e que seriam capazes de <strong>influenciar e determinar nossas interações sociais futuras</strong>, permitindo uma completa remodelagem das <strong>relações de poder</strong> e alterando nossa compreensão de sociedade:</p><ol><li>Evolução da Tecnologia e dos Meios de Produção e de Comunicação;</li><li>Evolução da Genética e Biotecnologia bem como dos Sistemas de Informação;</li><li>Evolução da Linguagem e surgimento de novas Metáforas de Interação;</li><li>Evolução das Interações Humanas e de novas Relações de Poder.</li></ol><h2>1 &#8211; Evolução da Tecnologia e dos Meios de Produção e de Comunicação:</h2><p>Com Marx aprendemos que, se os meios de produção se alteram, as relações de poder também são transformadas. Ou seja, a cada nova tecnologia ao longo da história do homem que mudava a forma dele produzir a si mesmo, transformando a natureza, <strong>essa tecnologia alterava não somente o seu modo de trabalho, mas também as relações de poder entre os próprios homens</strong>. As ferramentas e a arte que criamos não transforma somente o mundo ao nosso redor, mas nos transforma a nós mesmos e as nossas próprias concepções de quem somos.</p><p>Imagine agora que tipo de relações humanas futuras podem emergir da evolução da robótica e da nossa capacidade de processamento que caminha em direção aos <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FLOPS">ZettaFlops</a>. A evolução tecnológica no futuro irá nos permitir vivenciar a <strong>ubiquidade da informação e dos meios de comunicação</strong>. Ubiquidade é qualidade de estar em todos os lugares, ao mesmo tempo. Comunicação ubiquota é aquela que não mais limitariam-se a dispositivos ausentes de você. Você será seu computador, seu celular, sua TV, você produz e consome conteúdo e tudo estará em você, acessível da sua retina, <a
href="http://www.updateordie.com/2012/04/04/google-anuncia-project-glass/">como o Google já sugere</a>. <strong>Você é o meio e a mensagem</strong>, diria McLuhan.</p><p>Nesse futuro de meios de produção completamente redesenhados, modelos de comunicação ubiquotos, podemos ter conceitos como &#8220;<strong>processamento de inteligência coletiva</strong>&#8221; onde será possível criarmos interfaces controladas por inteligência artifical, com um desenho inteligentemente harmônico da sociedade, que preze sempre pelo interesse do coletivo, pelo interesse de todos. A administração pública, por exemplo, seria ela parte da inteligência artifical à qual todos estaríamos conectados. Essa construção humana poderia matar completamente as atuais concepções de relações de poder, eliminando por exemplo a figura do Estado e criando uma democracia de fato. <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Hobbes">Thomas Hobbes</a> RIP, o estado é nada mais que uma interface mal desenhada.</p><h2>2 &#8211; Evolução da Genética e Biotecnologia bem como dos Sistemas de Informação</h2><p>Backup da mente humana, impressora de órgãos, novas formas de vida (incluindo a nossa) sendo reescrita do zero, são apenas alguns exemplos do que o <a
href="http://www.linkedin.com/in/danielreda">Dr. Daniel Reda</a> pode te ensinar em uma aula da Universidade da Singularidade sobre <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=XAoUbED5GFk">o futuro da genética e biotecnologia</a>. Biologia será um curso puramente determinístico e computacional. No futuro, desde a química e as necessidades do seu corpo, até o que você precisa saber sobre um determinado tipo de comida será intermediado por interfaces que cuidam e se comunicam com você. Aliás, com nós todos. Essa relação de simbiose com a tecnologia nos modificará, alterará nossa percepção da realidade, nossas conexões humanas, nossos afetos e nossa identidade tanto como indivíduo quanto nossas relações em sociedade.</p><p>A forma como captamos, processamos, armazenamos e retornamos informação também vai mudar completamente nossos sistemas de informação. Você irá pensar ou piscar, e a informação estará ali, a seu dispor. Nossa educação, fonte de informação e meios de comunicação será intermediada por essas interfaces de comunicação conectadas ao nosso corpo. Tendo tecnologias tão intrusivas e estando nós conectados de forma tão ubiquota, o desenho da interface que nos conecta será um reflexo do quanto nós conseguimos mudar nossas relações de poder. E ela irá determinar completamente nossas ações (interações) como indívidio, deixando claro se estaremos em um mundo de &#8220;<strong>livres</strong>&#8221; ou de &#8220;<strong>dominados</strong>&#8220;. O resultado é esse mesmo, binário. No atual desenho de mundo que vivemos, as relações de poder são tão desequilibradas que parece ser inconcebível reverter a situação e desaparecer com a figura do subjulgado. E esse futuro é de fato impossível no atual <a
href="http://www.comciencia.br/resenhas/carl.htm">mundo assombrado pelos demônios</a>. <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Sagan">Carl Sagan</a> que o diga. Mas seria possível ser superado nesse futuro por interfaces inteligentemente desenhadas de modo a garantir uma conectividade social, sem relação de servidão humana. A realidade é socialmente construída, e nesse futuro, não será diferente. <a
href="http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-151-who-watches-the-watchmen-whatever/">Quem vigia os vigilantes?</a></p><h2>3 &#8211; Evolução da Linguagem e de novas Metáforas de Interação</h2><p>Novas metáforas de interação evoluiram drasticamente nos últimos séculos, em especial nas últimas 3 décadas. De interface com o mundo dos mortos, como o <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stonehenge">Stonehenge</a> de cerca de 3.000 a.C. até as atuais telas sensíveis ao toque (<em>touch screen</em>), foi um intervalo suado de muitos anos de evolução da tecnologia usada nas interfaces. Mas do <em>touch screen</em> no seu bolso para novas metáforas <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_disruptiva">disruptivas</a>, não irá demorar tanto. Manipular <a
href="http://www.updateordie.com/2012/05/12/zero-n-interface-solida-que-flutua-na-sua-frente/">objetos flutuantes na sua frente</a>, usar sua voz ou <a
href="http://www.updateordie.com/2012/05/07/qualquer-objeto-vira-sensivel-ao-toque-com-touche/">toques no seu corpo</a>, piscadas ou simplesmente o pensamento, serão usados em ambientes de informações complexos que simplesmente abrem na frente da sua retina. Esses novos meios, mudará completamente nossa linguagem, potencializada pelas novas tecnologias.</p><p>A linguagem é característica mais importante que nos distingue dos animais. <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amala_e_Kamala">Amala e Kamala</a> nos dizem. Somos seres sociais e nos construímos através do outro, através da linguagem e da nossa capacidade de transcender o que está posto, que é a natureza. A linguagem sendo potencializada pela tecnologia, produzindo conectividade, conhecimento acessível de igual modo, circulando por igual, livre de relação de dominação, transformaria a realidade das relações humanas como nós conhecemos drasticamente.</p><h2>4 &#8211; Evolução das Interações Humanas e de novas Relações de Poder</h2><p>A evolução da <em>Tecnologia e dos Meios de Produção e de Comunicação</em> (1), da <em>Genética e Biotecnologia bem como dos Sistemas de Informação</em> (2), a evolução da <em>Linguagem e surgimento de novas Metáforas de Interação</em> (3) nos levará a relações humanas completamente novas, potencializado pela nossa comunicação e conectividade, produzindo novas relações de poder.</p><p>A soma de todos esses fatores <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=g6tgH2dWx5c">leva as boas idéias</a> a encontrarem novas formas de se conectar. A medida que nossa conectividade aumenta, nossa criatividade é potencializada. Novas perspectivas e desenhos de sociedade irão emergir, inevitavelmente. Dadas as possibilidades de como podemos construir nossa própria realidade, poderíamos pela primeira vez na história, nos gerir em igualdade e liberdade entre todos os homens. Mas pra que um mundo livre seja possível, pós <em>momentum singular</em>, <strong>é preciso que essas tecnologias se mantenham livres</strong>. Se for privada, controlada e fechada levará a um <strong>mundo de controle</strong>. Se for livre, independente e aberta irá produzir interações que nos permitirão construir um mundo, de fato, <strong>livre e igual entre todos</strong>. O desenho das interfaces não nos deixará mentir.</p><p>Parte dos conflitos dessas novas relações de poder derivadas de avanços tecnológicos já são visíveis na sociedade hoje, em diferentes cenários, como a questões do <a
href="http://revolucao.etc.br/archives/creative-commons-a-cultura-do-remix-e-do-compartilhamento/">Creative Commons</a>, <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Pirate_Bay">Pirate Bay</a>, <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=J4b92I3VQ8M">Wikileaks</a> e <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anonymous">Anonymous</a>. Até agora, são forças que resistem de pé. Eles defendem as causas dos mocinhos, mas isso não é o que a grande mídia de hoje quer que você acredite, é claro. Por outro lado, também vemos tentativas de resistência, controle e domínio, como as propostas de lei conhecidas como <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stop_Online_Piracy_Act">SOPA</a>, <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PROTECT_IP_Act">PIPA</a> e <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_Comercial_Anticontrafa%C3%A7%C3%A3o">ACTA</a>, (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escrit%C3%B3rio_Central_de_Arrecada%C3%A7%C3%A3o_e_Distribui%C3%A7%C3%A3o">ECAD</a>, órgão no Brasil) todas elas são tentativas de restringir e limitar as novas possibilidades de compartilhamento, conectividade e produção de cultura. <strong>Todas elas são tentativas de controle</strong>.</p><p>Se a força dos que querem o poder for mais forte e vencer, teremos uma nova casta de escravos, novos formatos de colonialismo e exploração do homem pelo homem e a mais nova forma de <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=Sgd4xLmLBrc">servidão humana</a> e controle de massas. Ou seja, uma continuação do atual capitalismo e suas consequencias desastrosas. <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=HLDO3YakPk0">Noam Chomsky</a>, <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Slavoj_%C5%BDi%C5%BEek">Slavoj Zizek</a>, <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=qOP2V_np2c0">David Harvey</a>, <a
href="http://www.ted.com/talks/lang/en/geoffrey_west_the_surprising_math_of_cities_and_corporations.html">Geoffrey B. West</a> que nos digam. E é exatamente esse antagonismo de interesses que, deterministicamente nos levam a interfaces de apenas 2 mundos opostos de relação de poder: um mundo baseado no controle (<strong>Interface Totalitária</strong>) ou um mundo livre (<strong>Interface Anárquica</strong>). O gerenciamento ideológico das interfaces que nos conectam irá determinar o mundo que iremos construir.</p><h2>Como será gerenciado o poder no futuro?</h2><p>Quais transformações podem emergir do meio de uma sociedade 100% conectada, com uma interface inteligente artificialmente, com todos interligados e conscientes de fato (leia-se educação distribuida por igual), com um design de interface que priorize o agrupamento social de pessoas? &#8220;<em>O homem cria as ferramentas e as ferramentas recriam o homem</em>&#8220;, diz McLuhan. Depende de como a informação e seu fluxo será gerenciado pela interface que nos conecta.</p><p>Se tivermos consciência dessa construção social, que a realidade é socialmente (conectividade) construída, que a percepção é construída — lembre-se &#8220;<em><a
href="http://www.youtube.com/watch?v=YXKFTzlBziI">there`s no spoon</a></em>&#8220;, tudo é praticamente <a
href="http://super.abril.com.br/ciencia/materia-esta-cheia-vazio-480419.shtml">espaço vazio</a> — que vivemos um grande <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_do_oprimido">teatro do oprimido</a>, é possível construírmos a realidade do futuro, da forma que quisermos. Usando design de interação, inteligência artificial, filosofia e compaixão pelo próximo. Por isso, a parte crítica dessa história está nas forças sociais capazes de influenciar o design da interface que nos intermediará em nossas relações, e na forma como as interações serão gerenciadas, moldando por completo as relações de poder.</p><p>Das &#8220;n&#8221;  interações que podem surgir de diferentes formas de gerenciamento, organizei essas variáveis em 2 grupos antagônicos. Chamo as forças opostas de <strong>Interface Totalitaria</strong> e <strong>Interface Anárquica</strong>:</p><table><thead><tr><th>Interface Totalitária</th><th>Interface Anárquica</th></tr></thead><tbody><tr><td> Alguém controla</td><td>Ninguém controla</td></tr><tr><td> Alguém ou um grupo tem o poder, que representa uma minoria (centralizado)</td><td>O poder é inexistente como figura, visto que é coletivo e intermediado por uma inteligência artificial (descentralizado)</td></tr><tr><td> Alguém acaba se identificando com o poder</td><td>Poder inexistente</td></tr><tr><td> Representa o interesse de poucos</td><td>Representa o interesse de todos, do organismo social</td></tr><tr><td> Dominado, controlado e imprudente</td><td>Visionário, capaz e prudente</td></tr><tr><td> Modelo de gerenciamento baseado na servidão humana</td><td>Mundo com todos em liberdade. Figura de senhor e servo inexiste</td></tr><tr><td> Existência de políticos, líderes e representantes</td><td>Interface de comunicação e relacionamento intermedia harmônica e inteligentemente nossas relações sociais</td></tr><tr><td> Controle Privado</td><td>Controle Público</td></tr><tr><td> Informações são controladas</td><td>A informação é livre</td></tr><tr><td> Relação unilateral</td><p>Relação de igualdade</td></tr><tr><td> Privilégio é de uma minoria</td><td>O privilégio é de todos</td></tr><tr><td> Código fechado</td><td>Código aberto</td></tr></tbody></table><h2>Dúvidas finais</h2><p>Nosso planeta hoje é um hospício de forças e conflitos sociais determinadas pelas atuais formas de domínio e controle das informações. Comunicação meus caros. Vivemos interfaces sociais que ignoram as limitações de recursos, a fragilidade da vida, da existência. Prevalecem apenas as interações sociais baseadas na rivalidade, no ódio e na exploração dos semelhantes, dos da mesma espécie.</p><p>Quem irá construir essas novas interfaces do futuro? Quem vence no final? O quanto da forma como nós desenhamos interfaces hoje, está constituindo as bases das interações sociais de amanhã? Ou vence a internet livre ou vence o controle. O futuro das interfaces de comunicação e interação social serão o reflexo ideológico claro daquele que venceu a batalha das relações de poder. O fato é: as interfaces estarão lá, intermediando, moldando e direcionando nosso comportamento, crenças e ideias.</p><p>A natureza ensina que a ideia mais forte, mais adaptada e &#8220;mais popular&#8221;, irá vencer. A diferença é que como humanos inteligentes, diante da singularidade teórica dos fatos, nós podemos desenhar uma interface de interação social, com relações de poder completamente novas, priorizando um mundo criativo e livre para todos da espécie humana, independente de características individuais. Será que esse mundo pode ser desenhado? O quão determinada está a resposta pra essa pergunta?</p><p>Sabemos que existem interações capazes de promover e erguer o espírito humano, a igualdade, o amor. Sabemos que a fascinação do que ainda não sabemos do universo, a curiosidade, também serve de carga pra investigar o desconhecido, que ainda nos perturba. Quando vemos o entusiasmo de um novo mundo que pode ser construído, <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=mdY64TdriJk">como disse Eduardo Galeano</a>, &#8220;<em>é a prova de que viver vale a pena. E que viver está muito, muito mais além das mesquinharias da realidade política, onde se ganha ou se perde. (&#8230;) É um mundo que &#8216;pode ser&#8221;, pulsando no mundo que &#8216;é&#8217;.</em>&#8220;</p> Similar Posts:<ul><li><a
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class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Assista, tem só 5 minutos: Vídeo &#8220;<strong>Violentamente Pacífico</strong>&#8221; (XII Festival Nacional: a Imagem em 5 Minutos &#8211; 2008) de Gabriel Teixeira realizado no Bairro da Paz, periferia de Salvador-BA.</p><p><iframe
width="100%" height="369" src="http://www.youtube.com/embed/TsnhnmGF23c?hl=pt-BR&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;cc_load_policy=0&amp;iv_load_policy=3&amp;probably_logged_in=0 " frameborder="0" allowfullscreen></iframe><span
id="more-1541"></span></p><p><strong>Pense comigo:</strong> tudo na nossa sociedade, incluindo todas as leis e a forma como nós nos organizamos, foi criado (desenhado, engendrado, planejado) por pessoas em alguma época, a mando de alguém ou grupo, tendo eles objetivos e interesses em que as coisas fossem exatamente como são hoje. Ou seja, as coisas ao nosso redor, nossas leis e justiça são resultados da idealização de pessoas, como eu e você. Por exemplo, se nosso sistema penal oferece cumprimento de pena diferenciado para <del
datetime="2012-02-21T19:43:33+00:00">quem tem ensino superior e não-diferenciado para quem não tem</del> <strong>autoridades políticas</strong> (<em>a prisão para quem tem nível superior acabou em abril de 2011, mas a prisão especial para autoridades políticas, não</em>), essa lei está privilegiando quem? Você acha que o sujeito que propos isso era rico ou pobre? Quem estamos protegendo na sociedade com essa lei? Ou seja, nós não desenhados uma sociedade pensando na usabilidade de todos os &#8220;usuários do sistema&#8221;, de todo cidadão.</p><p>Outra pergunta: se você pudesse desenhar uma sociedade do zero, você permitiria a construção de 1 viaduto enquanto exister uma ou mais bocas com fome e sede? Se nosso Brasil fosse uma aldeia de 80 brasileiros ao todo (ao invés dos 192 milhões de habitantes que já somos hoje), e você soubesse que desses 80 habitantes, 3 crianças estão nas redondezas com fome. Que &#8220;obra&#8221; você faria primeiro: asfaltaria a rua ou salvaria essas 3 crianças com os recursos públicos da sua aldeia? A resposta pra essa pergunta revela os interesses do &#8220;desenho da sociedade&#8221; que nós continuamos sustentando. As coisas estava assim na época dos nossos país, foi assim na nossa infância e está sendo na dos nossos filhos. Quando chega as eleições, dentre os partidos disponíveis que existem pra você escolher, nenhum deles tem interesse ou é capaz de mudar esse desenho de privilégios na raiz. Ou só querem estar no poder ou, por melhor intencionados que sejam, nunca terão o poder de mudar. Precisamos criar formas que, de fato, parta de todos na sociedade, como um grito de basta, que destrua as leis e hábitos que privilegia o patrimonio para começar a priorizar pessoas. <strong>Lembre-se, pessoas são mais importantes que coisas.</strong></p><p>Administração pública e prioridades precisam ser redesenhados, pensando mais no bem estar das pessoas e de todo e qualquer indivíduo, independente de cor, sexualidade, origem, etc. Não é a tecnologia que promove mudança, é como nós usamos e idealizamos seu uso. É permitir todo mundo (não só eu e você) ter livre acesso a tecnologia e educação de graça. É oferecer a criança a capacidade mental de questionar e desenvolver o pensamento crítico, pensar, ao invés de torná-la apenas uma mão de obra. Só isso pode trazer grandes mudanças pra todo mundo. Nós mesmos somos a única esperança que precisamos pra mudar. Ainda somos muito lentos se pensarmos na urgência de quem está com fome agora. E mesmo que a gente queira mudar isso, imediatamente, nesse exato momento&#8230; fica só uma pergunta: <strong>onde está a democracia?</strong></p> Similar Posts:<ul><li><a
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class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://revolucao.etc.br/wp-content/uploads/2011/11/Sandra-Fisher-Martins-TED-Porto.jpg" alt="Sandra Fisher-Martins - TED Porto" title="Sandra-Fisher-Martins-TED-Porto" width="290" height="179" class="ilustration" /> Já pensou em como o mundo seria melhor e mais justo se a comunicação de tudo que é do interesse público fosse escrito de forma clara e simples, de modo que todos pudessem <strong>entender</strong>? No <strong>vídeo</strong> a seguir, a portuguesa <strong>Sandra Fisher-Martins</strong> no <strong>TED Porto</strong> mostra de forma divertida e curiosa como os documentos do dia a dia como bulas de remédio e contratos de locação de imóvel, são difíceis de serem compreendidos pela grande maioria da população e como isso é um tipo de &#8220;barreira&#8221; social que precisa ser quebrada.<span
id="more-1534"></span></p><p><iframe
width="100%" height="369" src="http://www.youtube.com/embed/Tlt47diDnHU?hl=pt-BR&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;cc_load_policy=0&amp;iv_load_policy=3&amp;probably_logged_in=0 " frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p><p>Como tenho falado sobre <a
href="http://revolucao.etc.br/categoria/acessibilidade/">acessibilidade na web</a> e em outras disciplinas, este é o caso da acessibilidade na comunicação, principalmente aquela direcionada para a maioria da população. Achei a iniciativa uma excelente contribuição pra acabar com a cultura antiquada (Brasil e empresas brasileiras incluso) de continuar se comunicando como no século passado.</p> Similar Posts:<ul><li><a
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<a href="http://feeds.revolucao.etc.br/~ff/RevolucaoEtc?a=x1rxAV9t_t0:rItZxH9JMYE:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/RevolucaoEtc?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.revolucao.etc.br/~ff/RevolucaoEtc?a=x1rxAV9t_t0:rItZxH9JMYE:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/RevolucaoEtc?i=x1rxAV9t_t0:rItZxH9JMYE:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.revolucao.etc.br/~ff/RevolucaoEtc?a=x1rxAV9t_t0:rItZxH9JMYE:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/RevolucaoEtc?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.revolucao.etc.br/~ff/RevolucaoEtc?a=x1rxAV9t_t0:rItZxH9JMYE:V_sGLiPBpWU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/RevolucaoEtc?i=x1rxAV9t_t0:rItZxH9JMYE:V_sGLiPBpWU" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RevolucaoEtc/~4/x1rxAV9t_t0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://revolucao.etc.br/archives/acessibilidade-na-redao-pelo-direito-de-entender/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> <feedburner:origLink>http://revolucao.etc.br/archives/acessibilidade-na-redao-pelo-direito-de-entender/</feedburner:origLink></item> <item><title>12 livros que li e gostei!</title><link>http://feeds.revolucao.etc.br/~r/RevolucaoEtc/~3/aeIZPDsZ0Xc/</link> <comments>http://revolucao.etc.br/archives/12-livros-li-gostei/#comments</comments> <pubDate>Mon, 31 Oct 2011 02:04:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Henrique C. Pereira</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Internet / Web]]></category> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <guid isPermaLink="false">http://revolucao.etc.br/?p=1527</guid> <description><![CDATA[O tempo anda curto e momentos reservados pra escrever review dos livros que li nos últimos tempos nunca sobrou. Sempre foi um ou outro mesmo. Pra não comprometer a tradição resolvi fazer um post pacotão, rápido e rasteiro, de alguns &#8230; <a
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class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O tempo anda curto e momentos reservados pra escrever review dos livros que li nos últimos tempos nunca sobrou. Sempre foi um ou outro mesmo. Pra não comprometer a tradição resolvi fazer um post pacotão, rápido e rasteiro, de alguns livros que eu li e <strong>gostei muito</strong> por alguma razão. A lista não está em nenhuma ordem relevante (apenas alfabética), até mesmo porque alguns livros são de assuntos completamente distintos. A idéia foi listar os últimos 12 que me acrescentaram idéias interessantes ou me tornou mais <em
lang="en">expert</em> em algum assunto.</p><h4>1 &#8211; 100 Things Every Design Need to Know About People &#8211; Susan Weinschenk &#8211; (inglês)</h4><p><a
href="http://www.amazon.com/Things-Designer-People-Voices-Matter/dp/0321767535"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b1.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (New Riders &#8211; 2011) Este é o primeiro de 3 livros desta lista relacionados com emotional design, psicologia do design e design de interação. O foco do livro é em como o design pode influenciar a percepção do usuário pra melhor (ou pior), baseado em pesquisas de como o cérebro se comporta em determinadas situações. A autora Susan Weinschenk lista 100 lições divididas em como o cérebro funciona nos contextos de ver, ler, pensar, cometer erros, tomar decisões, etc. Muito bom, muito prático como primeiro leitura do tema.<span
id="more-1527"></span></p><h4>2 &#8211; Guia de Tipografia &#8211; Timothy Samara (português)</h4><p><a
href="http://www.grupoa.com.br/site/exatas-sociais-e-aplicadas/2/99/100/3869/3870/0/guia-de-tipografia.aspx"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b2.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (Editora Bookman &#8211;  2011) Este é o primeiro de 2 livros de tipografia da lista. O &#8220;Guia de Tipografia&#8221; de Timothy Samara é impecável em papel, imagens e impressão. Ele é cheio de exemplos e portifólios de várias agências do mundo inteiro e da solução tipográfica que deram em vários tipos de trabalhos e peças. Fala de aplicação da tipografia no design de produto, livros, sites, logos, embalagens, etc. O autor é professor da School of Visual Arts de Nova York e o cara tem uma bagagem de vários livros bem legais relacionados com design.</p><h4>3 &#8211; HTML5 for Web Designers &#8211; Jeremy Keith &#8211; (inglês)</h4><p><a
href="http://www.abookapart.com/products/html5-for-web-designers"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b3.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (A Book Apart &#8211; 2010) Este é o primeiro de quatro livros relacionado com desenvolvimento web. Gostei deste simplesmente porque foi a primeira coisa que li sobre HTML5. O livro tem apenas 85 páginas e relembra a história da formação do HTML5, do grupo dissidente da W3C liderado por Ian Hickson e de como a linguagem amadureceu até começar a ser amplamente utilizada mesmo ainda não sendo um &#8220;padrão recomendado&#8221; da W3C. O livro é curtinho e direcionado a profissionais que já são especialistas em XHTML/HTML + CSS. Ele vai direto ao ponto ao te iniciar nas primeiras coisas que você precisa saber sobre semântica, formulário, vídeo, etc e suas respectivas diferenças do XHTML.</p><h4>4 &#8211; Neuro Web Design: What Makes Them Click &#8211; Susan M. Weinschenk (inglês)</h4><p><a
href="http://www.amazon.com/Neuro-Web-Design-Makes-Click/dp/0321603605"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b4.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (New Riders &#8211; 2009) Segundo livro da lista relacionado com psicologia do design. Muito prático e focado em como tornar interfaces web mais persuasivas e levar ao engajamento. São 11 capítulos de como nossa percepção reage ao perigo, ao erro, a escasses, etc. Muito bom, muito prático, com resumo das &#8220;lições&#8221; e princípios ao final de cada capítulo. Excelente pra folhear depois e lembrar do que leu. A autora deste livro é a mesma do primeiro desta lista. Ela é Phd em psicologia e tem 30 anos de carreira aplicando princípios da psicologia em design de interfaces de dispositivos tecnológicos de modo geral.</p><h4>5 &#8211; O Guia completo da Cor &#8211; Adam Banks (português)</a></h4><p><a
href="http://www.editorasenacsp.com.br/portal/produto.do?appAction=vwProdutoDetalhe&amp;idProduto=20694"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b5.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (Editora Senac &#8211; 2007) O único livro sobre cores da lista. É muito abrangente, não se aprofunda em nada mas resume o principal da teoria de forma direta com exemplos e aplicações de cores em diversas áreas do cinema ao impresso. Apesar de ter gostado muito eu preferiria que ele fosse o dobro do tamanho e tivesse uma teoria mais recheada.</p><h4>6 &#8211; Princípios Universais do Design &#8211; vários (português)</h4><p><a
href="http://revolucao.etc.br/archives/livro-principios-universais-do-design/"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b6.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (Editora Bookman &#8211; 2011) Apesar de <a
href="http://revolucao.etc.br/archives/livro-principios-universais-do-design/">já ter escrito sobre ele aqui</a> não poderia deixar de citá-lo entre os 12 melhores livros que li. Se você trabalha com &#8220;design&#8221; de qualquer coisa, precisa ler esse livro. Ele possui um sumário por categoria que responde perguntas à partir de um conjunto de questões relacionadas com design, por exemplo “Como posso aumentar o apelo do design?&#8221; ou “Como posso melhorar a usabilidade do design?”. Contém 125 princípios descritos cada um nas páginas pares, e nas ímpares estão as ilustrações, aplicações e exemplos dos conceitos. É um guia de ler e ter por perto.</p><h4>7 &#8211; Rework &#8211; Jason Fried (inglês)</h4><p><a
href="http://www.amazon.com/Rework-Jason-Fried/dp/0307463745"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b7.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (Crown Business &#8211; 2010) O único livro sobre negócios e empreendedorismo da lista. Trata-se dos conselhos dos fundadores da 37signals, responsáveis pelo Basecamp, Ta-da List dentre outros. O livro é muito criativo, realista, ousado e focado em mão na massa e menos em teoria de negócios das escolas de antigamente. Transpira o espírito criativo de empresas que nasceram de garagem e se fazem sem depender de padrinhos ou investidores externos, apenas com esforço e recursos dos próprios fundadores. Mesmo não sendo leitor assíduo do gênero achei que esse livro superou muito minhas expectativas.</p><h4>8 &#8211; Seductive Interaction Design &#8211; Stephen P. Anderson (inglês)</h4><p><a
href="http://www.amazon.com/Seductive-Interaction-Design-Effective-Experiences/dp/0321725522"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b8.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (New Riders &#8211; 2011) Terceiro e último livro sobre psicologia do design. Apesar de encontrar muitos elementos e tópicos que também se encontravam nos outros 2 livros sobre o assunto, este me chamou atenção pelos <em>cases</em> de produtos e sites. Este também é focado em design de interfaces web e possui muitos exemplos de sites atuais como Mail Chimp, Yahoo! Linkedin, DropBox, etc. Destaco o capítulo sobre <em
lang="en">gamification</em>, que fala como gerar engajamento, criar motivação, etc através dos conceitos aplicados em jogos.</p><h4>9 &#8211; Smashing Book 1 &#8211; vários autores (inglês)</h4><p><a
href="https://shop.smashingmagazine.com/smashing-book.html"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b9.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (Smashing Media &#8211; 2009) As coisas que a Smashing Magazine faz e produz partem do princípio que a qualidade de um projeto web envolve várias disciplinas e não somente HTML e CSS. O primeiro livro da série &#8220;Smashing Book&#8221; é excelente tanto quanto o segundo. Este primeiro fala de CSS, usabilidade, tipografia, cores, otimização client side, design de interfaces orientadas a conversão e vendas. É um livro pra quem que ser &#8220;ninja&#8221; em desenvolvimento e planejamento pra web de modo geral. Recomendado para designers, desenvolvedores e planners multi-tarefas.</p><h4>10 &#8211; Smashing Book 2 &#8211; 2011 (inglês)</h4><p><a
href="https://shop.smashingmagazine.com/smashing-book-2.html"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b10.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (vários autores &#8211; Smashing Media) Segue a mesma receita de sucesso do anterior. Os assuntos deste agora são design gráfico, design patterns, mobile user experience, protótipos de interfaces, tipografia, game design, psicologia do design e e-commerce. A segunda edição é um pouco mais recheada e agora com capa dura. Destaque pro capítulo de psicologia do design que foca em exemplos de e-commerce e sites de serviços e em como construir páginas persuasivas focadas em conversão.</p><h4>11 &#8211; Thinking With Type &#8211; Ellen Lupton (inglês)</h4><p><a
href="http://www.amazon.com/Thinking-Type-Designers-Critical-Students/dp/1568984480"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b11.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (Editora Princeton Archit.Press &#8211; 2004) Por que ler? É um dos que mais gostei em termos de aplicações da teoria. Breve e direto. Excelente em imagens, em organização e exemplos. Tem um capítulo guia de <a
href="http://creativeservices.iu.edu/resources/guide/marks.shtml">edição de hard copy</a> muito útil pra profissionais de conteúdo como redatores, escritores e jornalistas. Não é um livro bonito e recheado de portifólios modernos como o livro do Samara publicado pela Bookman, mas eu simplesmente gosto muito da abordagem e dos exemplos dessa autora.</p><h4>12 &#8211; Web Form Design: Filling in the Blanks &#8211; Luke Wroblewski (inglês)</h4><p><a
href="http://www.amazon.com/Web-Form-Design-Filling-Blanks/dp/1933820241"><img
src="http://revolucao.etc.br/imagens/b12.jpg" alt="" class="ilustration" /></a> (Rosenfeld &#8211; 2008) São 374 páginas abordando exclusivamente formulários web. Você vai encontrar dicas de acessibilidade, usabilidade, desenvolvimento, bem como de design de interação e boas práticas de modo geral. Este livro é daqueles que esgota o tema e é capaz de te tornar um especialista no assunto. Claro, inteligente e esclarecedor e focado no jeito certo de fazer as coisas. Indicado pra desenvolvedores web, programadores de interface, arquitetos da informação e profissionais de design pra web de modo geral.</p><p>E aí, conhece algum desses livros? Já leu? Me indica algum outro muito legal relacionado com estes?</p> Similar Posts:<ul><li><a
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href="http://revolucao.etc.br/archives/1-prmio-bookman-de-design/" rel="bookmark" title="30/10/2011">1º Prêmio Bookman de Design</a></li><li><a
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href="http://www.grupoa.com.br/premiobookman/"><img
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href="http://www.grupoa.com.br/">Bookman Editora</a> lançou um concurso cultural para escolher a capa do livro Abduzeedo: Guia de Inspiração para Designers, escrito pela equipe do <a
href="http://abduzeedo.com/">blog Abduzeedo</a>. Um júri formado por Fábio Sasso, fundador do blog, e dois representantes da editora vai escolher o melhor layout, que será publicado!<br
/> Para concorrer, basta preencher a ficha de inscrição disponível no site do prêmio e enviá-la com a sua arte (que deve seguir o briefing e as especificações técnicas, é claro!) para o email premiobookman@grupoa.com.br. A promoção é válida para estudantes de design, publicidade e áreas afins residentes no Brasil, e as criações podem ser encaminhadas até dia 15 de novembro.</p><p>Confira a premiação:</p><ul><li><strong>1º lugar:</strong> R$1000 + publicação da capa + dois exemplares do Abduzeedo: Guia de Inspiração para Designers</li><li><strong>2º lugar:</strong> R$ 350,00 em livros da Bookman e um exemplar do Abduzeedo: Guia de Inspiração para Designers</li><li><strong>3º lugar:</strong> R$ 200,00 em livros da Bookman e um exemplar do Abduzeedo: Guia de Inspiração para Designers</li><li><strong>Júri Popular:</strong> As 10 melhores capas, selecionadas pelo Júri do Prêmio, serão publicadas em um álbum no Facebook da Bookman. A capa mais “curtida” vai levar R$100,00 em livros da editora e um exemplar do Guia de Inspiração para Designers.</li></ul><p><span
id="more-1526"></span></p><p>Saiba mais em: <a
href="http://www.grupoa.com.br/premiobookman/">www.grupoa.com.br/premiobookman</a></p><p><strong>Sobre o livro:</strong> Abduzeedo: Guia de Inspiração para Designers é um livro extremamente visual que introduz de forma abrangente sete estilos de design: Arte Abstrata, Arte Retrô, Ilustração, Manipulação de Imagens, Efeitos de Luz, Arte Vetorial e Neossurrealismo. Os autores dedicam um capítulo a cada estilo, explicando os conceitos que envolvem cada técnica e apresentando exemplos de imagens de profissionais. Os capítulos contêm ainda entrevistas com expoentes do estilo abordado e tutoriais que demonstram, passo a passo, como criar trabalhos naquele estilo usando o Photoshop e Illustrator.</p> Similar Posts:<ul><li><a
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